Os álbuns do Queen nos anos 70 #2

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Dando continuidade à análise das capas de LP’s do Queen, nesta segunda parte do post, nos atentaremos à outros designs igualmente belíssimos e que nos impressionam até hoje:

A Night At The Opera (1975):  Com este álbum, o grupo adotou uma sonoridade diferente, fazendo grande uso do piano e de muitos outros instrumentos que nunca foram utilizados, até então, por eles. Canções como “You’re My Best Friend” e “Bohemian Rhapsody” fizeram muito sucesso. Quanto à capa, optaram por uma apresentação minimalista e ainda assim suntuosa da logo da banda, que traz a ilustração dos signos de cada dos integrantes (Roger e John são representados pelo Leão), (Freddie pelas duas fadas, que representam o signo de Virgem) (e Brian pelo caranguejo, por ser de Câncer). O título “A Night At The Opera”, tem esse significado por ser um álbum mais eclético, onde os músicos puderam mesclar desde o clássico rock até a ópera.

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A Day At The Races (1976): Sem muitas mudanças, o quinto álbum de estúdio do Queen é considerado uma sequência conceitual do anterior “A Night At The Opera”, tanto na parte musical, mesmo sem o igual impacto,  quanto na questão da apresentação da imagem da capa. Do repertório, destacaram-se as canções ” Tie Your Mother Down” e “Somebody To Love”, ambas divulgadas como singles.

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News Of The World (1977): Após um período de baixa, o Queen voltou com força total em seu sexto álbum. Foi à partir deste trabalho, que o mundo passou a conhecer duas músicas que se tornaram hinos do rock: “We Will Rock You” e “We Are The Champions”, além de “Spread Your Wings”, canção que possui forte mensagem motivacional. Para a capa, a inspiração partiu de uma paixão antiga do baterista Roger Taylor. Criada como capa da revista Astounding Science Fiction em 1953, o robô mutilador surgiu, originalmente nas mãos de Frank Kelly Freas, como ilustração do conto “The Gulf Between”. A imagem continha, um homem morto – substituída pelos membros da banda pelas mãos do próprio FREAS, que concordou com a encomenda de refazer o desenho especialmente para o disco.

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(À direita, a capa original do livro de ficção científica, datado de 1953 e à esquerda, a encomenda feita pelo Queen – 1977)

Jazz (1978): No sétimo álbum, Roy Thomas Baker voltou a cuidar da produção. Ao escutarmos, faixa a faixa, é possível perceber uma grande variedade de estilos, desde o rock clássico, som já conhecido da banda, até pequenas intervenções culturais na composição das letras, como em “Mustapha”, que mistura o inglês, árabe, persa e provavelmente muitas palavras inventadas. Voltando à estética minimalista, a banda não ousou tanto neste trabalho. A capa traz um fundo preto com ilustrações que parecem ser dois “bolachões” (vinis) e mais abaixo, o símbolo do single “Bycicle Race”, que no clipe aparece ilustrado por uma corrida de bicicletas, realizada no estádio de Wembley, e o que mais nos chama a atenção, a participação de várias modelos completamente nuas.

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Live Killers (1979): Por fim, o trabalho de 1979 traz uma proposta diferente: fazer um compilado de vários shows da última turnê da banda naquela época, e lançá-los como um álbum “ao vivo”. É conhecido como uma retrospectiva das principais músicas do Queen durante a década de 1970. Na capa, o registro de uma das apresentações do grupo.

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