Os álbuns do Queen nos anos 80 #1

Trago de volta a série de análise dos álbuns ao longo das décadas. Como fiz da outra vez, irei dividir esta série em duas partes. Hoje falaremos sobre os anos 80, época maravilhosa, que rendeu inúmeros álbuns bacanérrimos do Queen.

The Game – 1980

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Podemos dizer que o Queen sempre foi mestre na arte de se permitir conhecer novos ritmos e incorporá-los ao trabalho da banda. Assim como nos anos 1970, em que apresentavam um som mais “cru” e “agressivo”, em 1980, os músicos apostaram na mistura do pop e o hard rock. Com o lançamento de “The Game”, oitavo álbum de estúdio, o single, “Another Bites The Dust” bombou nas rádios da época,  graças ao Rei, Michael Jackson, amigo próximo de Freddie, que um tempo antes aconselhou os integrantes: “Vocês tem que lançar esta música, será um sucesso, sem dúvidas”. Dito e feito! Outros dois clássicos do rock que se destacaram foram “Crazy Little Thing Called Love” e “Play The Game”.

 

Flash Gordon – 1980

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No mesmo ano, os músicos decidiram investir também em outro segmento até então pouco explorado pelas bandas. E assim, o álbum “Flash Gordon” nasceu. Um projeto totalmente diferente de tudo que a banda havia feito até então. Uma curiosidade é que esta foi a primeira vez em que os integrantes entraram em um estúdio para produzir toda a trilha sonora de um filme para o cinema.

Hot Space – 1982

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Após o lançamento de dois álbuns muito bem sucedidos, as coisas passaram a desandar para a banda. Os desentendimentos por conta de questões criativas começaram a afetar o relacionamento entre os músicos, o que resultou em um dos álbuns mais criticados pelos fãs. Ao contrário de “The Game”, o disco trouxe músicas com uma pegada mais dance e pop. Sai as harmonias e entram os sintetizadores. Uma das únicas músicas que realmente fez sucesso com a galera foi “Under Pressure”, parceria do Queen com David Bowie.

The Works – 1984

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Após o fracasso de “Hot Space”, a banda entrou em estúdio novamente em 1983 para produzir o décimo primeiro álbum, que felizmente trouxe vários hits como “I Want To Break Free”, “Radio GaGa” e “Hammer To Fall”. O disco marcou o retorno triunfal do Queen e a pegada rock’n’roll do começo da carreira. As guitarras ganharam espaço novamente e tudo começou a fluir. Passado o mal estar dos anos anteriores, os músicos pareciam renovados e demonstraram maior entusiasmo para este trabalho.

 

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Roqueiros antes da fama

Antes de ter o status de celebridade e conquistar um espaço na música, ganhando milhões, muitos artistas suaram a camisa para ter o merecido sustento. Trabalhando em situações inusitadas, eles trilharam, pouco a pouco, o caminho ao sucesso. Dá uma conferida.

Rod Stewart

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O cantor, famoso pela voz rouca e estilo inconfundível, já trabalhou de coveiro. No mínimo, algo curioso. Apesar de ser uma profissão como qualquer outra, que merece o devido reconhecimento, muitos ainda têm um certo preconceito. Mas, pelo menos, Stewart, provou o contrário.

Ozzy Osbourne

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Conhecido pelas polêmicas, o lendário Ozzy Osbourne, passou por uma situação parecida antes do estrelato: o cantor foi ajudante em um necrotério. Imaginem, só… Tá explicado o visual all black, vampiresco e super macabro, além das atitudes pra lá de bizarras do músico, anos depois.

Elvis Presley

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Essa, talvez, tenha sido, uma das revelações mais surpreendentes. Acreditem se quiser, mas o eterno rei do Rock, Elvis Aaron Presley, antes de cantar e encantar à todos com sua bela voz e levar às garotas à loucura com o seu gingado, trabalhou como caminhoneiro. Será que durante as viagens, o cantor aproveitava a rotina solitária da estrada para soltar a voz? Fica a dúvida.

Chuck Berry

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Tá precisando mudar o visual? Deixa que Chuck Berry dá conta do recado. Não, não é nenhuma piada. Muito antes de fazer história no rock, o cantor chegou a fazer curso de cabeleireiro e cosmética, mas por motivos pessoais, deixou a profissão de lado para se dedicar à família.

Jimi Hendrix

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Assim como Elvis, o cantor, compositor e guitarrista,  também se alistou para o exército americano na juventude e vivenciou uma experiência pra lá de radical, atuou como paraquedista.  Se Jimi tinha medo de altura ou não, o fato é que o músico provou ser muito corajoso e leal ao seu país.

Mick Jagger

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Como diria o ditado, “de louco, todo mundo tem um pouco”. Será que isso se aplicaria à Mick Jagger? Para quem não sabe, antes da fama, o músico trabalhou como porteiro de um hospital psiquiátrico em Londres.

David Bowie

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Consegue imaginar o camaleão Bowie trabalhando como entregador de açougue? Pois é. Nem sempre é o emprego que sonhamos, mas com certeza, muito digno.

 

 

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Playlist: 200 músicas para recordar o bom e velho rock’n’roll

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Se é fã de música boa, vai gostar dessa dica! Hoje irei compartilhar com vocês uma incrível seleção dos hits que marcaram época e estão no coração da galera. Dá uma conferida:

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Dia do Vinil: As cinco capas mais famosas de todos os tempos

Com a chegada das novas tecnologias de mídia, como o CD no começo dos anos 90, o LP (Long Play) foi se tornando obsoleto e deixado de lado por um bom tempo pelos consumidores. Mas como tudo que é clássico traz boas lembranças, o “artefato” voltou a ser o queridinho entre amantes da boa música e colecionadores. Confira à seguir as cinco capas de discos de vinil mais famosas de todos os tempos.

 

  1. Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, The Beatles (1967)
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No centro da imagem estão John, Ringo, Paul e George, devidamente caracterizados como sargentos

Lançado no final dos anos 60, o oitavo álbum de estúdio dos Beatles se tornou um ícone da música por ser inovador no âmbito artístico. Idealizada por Paul McCartney, a obra traz inúmeras referências, entre elas, a ideia de que a banda adotaria outro nome e os integrantes se passariam por “sargentos”, estando rodeados de pessoas influentes, como Marilyn Monroe e Bob Dylan.  A fotografia é de Michael Cooper e o resultado final da capa ficou por conta de Peter Blake. Vale lembrar que em junho deste ano, o disco completa 50 anos.

 

2. Abbey Road, Beatles (1969)

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Na imagem, George, Paul, Ringo e Lennon são clicados para a capa do álbum.

 Impossível falar do quarteto britânico sem mencionar a capa de Abbey Road, talvez um dos trabalhos mais icônicos da banda e que foi reproduzido inúmeras vezes, por outros artistas e bandas de rock . Outro fato curioso é que a foto é uma homenagem ao estúdio e a rua, do bairro londrino, que levam o mesmo nome. A missão de produzir a imagem foi dada à Iain Macmillan, amigo dos músicos.

3. The Dark Side Of The Moon, Pink Floyd (1973)

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A arte da capa foi assinada por Storm Thorgerson, em 1973, e faz referência à um prisma, figura geométrica. A intenção era que as pessoas “refletissem” mais sobre o que ouviam

Anos mais tarde, em meados de 1973, a banda de rock progressivo Pink Floyd, lançou um de seus álbuns mais emblemáticos da carreira. A arte da capa é assinada por Storm Thorgerson e retrata a proposta que os integrantes queriam passar na época: as músicas escritas por eles não eram simplesmente “algo comercial”. A intenção era que as pessoas refletissem sobre o que ouviam. O responsável por sugerir esta ideia foi o tecladista Richard Wright.

 

4. Aladdin Sane, David Bowie (1973)

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Com os cabelos tingidos de vermelho e um raio que cobria o rosto, Bowie encarnou seu alter-ego, Aladdin Sane, para a sessão de fotos

Quando pensamos em Bowie, a primeira palavra que nos veem à mente é: “camaleão”. Certo? Ao longo da carreira, o cantor já teve inúmeros estilos. Mas, o mais marcante, sem dúvidas é o look que estampa a capa de seu sexto álbum de estúdio: cabelos tingidos de vermelho, estilo glam, com uma pitada de atitude punk-rock. E o raio que cobre o rosto de Bowie representa a dualidade dos sentimentos do artista. Ora polêmico e ousado, ora romântico. A fotografia foi feita por Brian Duffy.

 

5. Nevermind, Nirvana (1991)

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O bebê, imortalizado na capa de “Nevermind” é Spencer Elden, hoje com 25 anos.

A capa de, “Nervemind”,  segundo álbum de estúdio lançado pelo Nirvana, até hoje é considerada um clássico entre os fãs da banda. O bebê que nada pelado, submerso em uma piscina, atrás da nota de um dólar, é Spencer Elden, hoje com 25 anos. O rapaz é filho de um casal de amigos de Kirk Weddle, o fotógrafo responsável pela cena. No aniversário de 10 anos do disco, a revista Rolling Stone, recriou a imagem com o protagonista original, mas com uma nota de US$10.

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Guns N’ Roses virá ao Rock In Rio 2017, afirma jornalista

 

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Não tenho dúvidas de que o Rock In Rio, ano que vem, será incrível. Após a confirmação de alguns nomes como Bon Jovi, Aerosmith, Red Hot Chilli Peppers, Billy Idol, Maroon 5 e Lady Gaga, agora chegou a vez da banda norte-americana. Segundo o portal oficial do grupo aqui no país, o Guns N’ Roses Brasil, o conceituado jornalista José Norberto Flesch informou através de sua conta no Twitter que os integrantes estarão presentes no Rock In Rio 2017.

A negociação para este show começou no mês passado, quando o Guns veio ao Rio para se apresentar no Engenhão. Roberto Medina, presidente do festival, disse ser fã da banda e garantiu que suas questões pessoais com Axl Rose “estão totalmente superadas” — no encerramento da edição de 2011 do Rock in Rio, o vocalista subiu ao palco com mais de 1h30m de atraso e fez um show morno sob forte chuva.

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Bon Jovi e Billy Idol estão confirmados no Rock In Rio 2017

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Bon Jovi: mais uma atração confirmada do festival

Na noite de ontem, duas novas atrações foram confirmadas para a edição do Rock In Rio em setembro do ano que vem: Bon Jovi e Billy Idol. A banda não é novata, já havia se apresentado em 2013, mas agora, traz ao país  as novas canções do disco “This House Is Not For Sale”, lançado este ano. O Bon Jovi faz show no dia 22 de setembro enquanto Billy Idol se apresentará no dia 21 – marcando seu retorno ao festival após 26 anos.

O Rock in Rio 2017 ocorrerá nos dias 15, 16, 17, 21, 22, 23 e 24 de setembro. Já estão confirmados com headliners Maroon 5 (dia 16), Aerosmith (dia 21) e Red Hot Chili Peppers (dia 24) também. A venda oficial de ingressos começará no ano que vem, mas já foram comercializados 120 mil “cards” – uma espécie de pré-venda.

E mais uma novidade é que o local onde o festival será realizado mudou. A Cidade do Rock será transferida para o Parque Olímpico, na Barra da Tijuca. O lugar tem quase o dobro do tamanho do Parque dos Atletas, onde o Rock In Rio acontecia deste 2011.

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12 curiosidades sobre o Guns N’ Roses

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Aproveitando a passagem do Guns N’ Roses aqui no Brasil, mês passado, resolvi fazer um compilado com algumas curiosidades bem interessantes sobre o grupo. Confere aí:

  • O nome Guns N’ Roses é uma junção de “Hollywood Rose” e “L.A Guns”. “Hollywood Rose” era a antiga banda de Axl e “L.A. Guns” trata-se de uma banda que ainda existe e é liderada pelo guitarrista Tracii Guns, amigo de Axl Rose e Izzy Stradlin.
  • A formação clássica do Guns N’ Roses é composta por Axl Rose (vocal), Izzy Stradlin (guitarra), Slash (guitarra), Duff McKagan (baixo) e Steven Adler (bateria). O primeiro ensaio da banda ocorreu em maio de 1985, na Califórnia.
  • A banda já vendeu 100 milhões de cópias em todo o mundo, sendo cerca de 43 milhões somente nos Estados Unidos. O seu álbum de estréia em 1987, Appetite for Destruction sozinho vendeu cerca de 28 milhões de cópias no mundo todo, recebendo  17 vezes o certificado de platina.
  • O nome de batismo de Axl é William Blake. E Slash se chama na verdade, Saul Hudson.
  • A décima terceira música de The Spaghetti Incident, intitulada Look At Your Game Girl, foi escrita por Charles Manson, famoso assassino americano.
  • A mulher que aparece no videoclipe de Don’t Cry é, de fato, a terapeuta de Axl Rose, Suzzy London. Ela costumava acompanhar a banda nas turnês, para fazer um acompanhamento psicológico do vocalista.
  • Durante a gravação de um vídeo em 1989, David Bowie, paquerou a ex-esposa de Axl, Erin Everly. Furioso, o líder do Guns socou Bowie e o expulsou do local. O músico britânico alegou não saber que Erin era mulher de Axl e pediu desculpas publicamente.
  • Quando o Guns n’ Roses veio ao Brasil pela primeira vez, em 1991, atendendo aos insistentes pedidos das fãs na frente do hotel, que queriam seu telefone, o vocalista jogou o aparelho pela janela. Em 1992, de passagem por São Paulo, Axl jogou pela sacada do hotel uma cadeira nos jornalistas que o esperavam no saguão do hotel Maskoud Plaza.
  • Axl Rose tem tatuado no braço uma garota que foi namorada de Slash e depois de Axl. Michele, o affair do amigos, tinha vários problemas familiares e com drogas, o que serviu de inspiração para a canção “My Michelle“, que está no repertório de “Appetite for Destruction”.
  • Axl é religioso, têm um enorme crucifixo de madeira na frente de seu piano, em sua sala de estar. O crucifixo pode ser aferido no videoclipe de Estranged. A casa abandonada que aparece no clipe é a mansão de Axl Rose que fica em Malibu, nos Estados Unidos. O vocalista coleciona artefatos religiosos latino-americanos, especialmente os próprios crucifixos.
  • Axl tem uma irmã mais nova chamada Amy e um meio-irmão chamado Stephen.
  • Os cinco livros favoritos de Axl são “A Scanner Darkly” de Philip K. Dick , “The Stand” de Stephen King , “Frankenstein” de Mary Shelley , “The Zodiac” de Neal Stephenson e James Dean, e “The Mutant King” de David Dalton .
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