Roqueiros antes da fama – parte 2

Como esse tipo de post fez muito sucesso por aqui, trago a parte 2. Antes de atingirem o estrelato, inúmeros artistas, roqueiros que conhecemos, tiveram que batalhar e muitas vezes, se sujeitar à trabalhos um tanto incomuns, mas muito dignos. Confira abaixo!

Kurt Cobain

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Kurt Cobain, ex-vocalista da banda grunge Nirvana era conhecido por seu estilo marrento e rebelde. Mas o que muitos não imaginam é que bem antes de despontar no cenário do rock, o músico trabalhou como zelador. Segundo o baixista da banda, Krist Novoselic, Kurt não era nenhum pouco preguiçoso. Ele fazia o que fosse preciso para se manter.

 

David Lee Roth

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David Lee Roth, músico e vocalista do Van Halen também teve que suar a camisa, trabalhando como assistente de hospital. Ou seja, ele fazia de tudo um pouco. Da limpeza de travesseiros ao cuidado dos doentes. Mais tarde, em sua vida, ele retornou à área médica, como paramédico de ambulância em NY.

 

Tony Iommi

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Muito antes de toda a fama e glamour da vida de músico como guitarrista do Black Sabbath, Tony Iommi trabalhou numa fábrica de chapas de metal e tragicamente teve as pontas de dois dedos da mão esquerda arrancados! Mas, felizmente, algumas próteses caseiras o ajudaram a dar continuidade à carreira.

 

Sting

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Antes de bombar nas rádios com os sucessos “Every Breath You Take” e “Roxanne” do The Police, Sting passou por vários empregos. O primeiro deles, como coletor de impostos. O músico também atuou como motorista de ônibus, trabalhador na construção e técnico de futebol.

 

Dave Gahan

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Por fim, Dave Gahan, a voz por trás de vários sucessos do Depeche Mode passou por uma série de subempregos: vendedor de refrigerantes, balconista de supermercado, atendente de posto de gasolina, até mesmo trabalhou na construção civil. E antes disso, foi reprovado em um teste para trabalhar em uma companhia de gás.

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O Festival de Woodstock em imagens

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Certamente você já ouvira falar de “Woodstock”, não é? No final dos anos 60, com a era hippie em auge, um dos mais importantes festivais de música da época fora realizado na pequena cidadezinha de “Bethel”. Um lugar com pouco mais de 2 mil habitantes, que abrigou durante 3 dias mais de 400 mil pessoas, vindas de todos os lugares possíveis.

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O evento, que tinha como premissa pregar a paz e o amor, reforçando o protesto contra a Guerra do Vietnã, que já durava 10 anos, surgiu da mente brilhante dos grandes visionários, Michael Lang, John P. Roberts, Joel RosenmanArtie Kornfeld.

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O percurso de Manhattan, NY, distante 150km de Bethel, que costumava ser de 2 horas, chegou a durar 8 horas. Tamanho era o fluxo de pessoas que circulavam, rumo ao festival.

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Entre as 32 atrações do evento, estavam Janis Joplin,  Joan Baez, Carlos Santana, Creedence Clearwater Revival, The Who e Jimi Hendrix. Para a surpresa de muitos, algumas bandas muito famosas recusaram o convite pra fazer parte do line-up do festival, como: The Beatles, Bob Dylan, The Doors e Led Zeppelin.

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Uma tempestade torrencial arruinou o gramado que cobria o local e enormes piscinas de lama acabaram se formando, o que não desanimou nem um pouco quem esteve por lá.

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Foram contabilizadas três mortes durante o Woodstock, uma por apendicite, outra por atropelamento e a terceira, por ingestão excessiva de heroína.

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Em meio à toda loucura do festival, duas mulheres deram à luz.

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Foram vendidos 180 mil ingressos, só que, ao verem a grande movimentação do público, os organizadores resolveram tornar o festival gratuito.

O trailer à seguir, de pouco mais de um minuto, produzido pela Warner Bros, traz um apanhado do que foram os três dias do Woodstock, recheados de sexo, drogas e rock’n’roll.

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Rock In Rio 85: Fotos históricas que ilustram a primeira edição do festival

Durante a época em que o Brasil ainda sofria com o regime militar, um período conhecido pela repressão e total censura, o empresário visionário Roberto Medina vislumbrou uma grande oportunidade: criar um mega festival inteiramente dedicado ao rock. E foi assim que nasceu o “Rock In Rio”. O evento foi realizado pela primeira vez no bairro de Jacarepaguá, na cidade do Rio de Janeiro. Em uma área de 250 mil metros quadrados foi construída a Cidade do Rock, o espaço que recebeu, durante 10 dias, 1.380.000 pessoas. Confira a seguir uma lista com alguns dos momentos mais marcantes da primeira edição do evento:

 

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Que tal levar pra casa? Em 1985, esta placa comemorativa era vendida como lembrança do festival.

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O New Wave era a tendência dos anos 80 e ditava moda entre o público. A ideia era caprichar no penteado (o glitter no cabelo dava um toque todo especial).

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Pensando nisso, o festival montou um salão de beleza especialmente para atender àqueles que queriam deixar a cabeleira mais estilosa.

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Outro detalhe curioso eram os óculos gigantes, acessórios comuns entre os frequentadores do Rock In Rio

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Para não perder nenhuma atração, muitas pessoas acampavam no local onde o evento era realizado.

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Objetos considerados perigosos eram apreendidos pela segurança

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Público chega à Cidade do Rock sob o olhar atento dos policiais da cavalaria

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Vista aérea do complexo construído em Jacarepaguá, zona oeste do Rio.

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Outra imagem que ilustra bem a grandiosidade do evento

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Praça de alimentação do Rock In Rio 1985.

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O show da banda Queen foi um dos mais prestigiados na época.

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Flyer com a programação do evento.

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Fãs empolgados para o “dia do metal” no Rock In Rio de 1985.

 

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Os headbangers invadiram o festival.

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Os álbuns do Queen nos anos 80 #1

Trago de volta a série de análise dos álbuns ao longo das décadas. Como fiz da outra vez, irei dividir esta série em duas partes. Hoje falaremos sobre os anos 80, época maravilhosa, que rendeu inúmeros álbuns bacanérrimos do Queen.

The Game – 1980

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Podemos dizer que o Queen sempre foi mestre na arte de se permitir conhecer novos ritmos e incorporá-los ao trabalho da banda. Assim como nos anos 1970, em que apresentavam um som mais “cru” e “agressivo”, em 1980, os músicos apostaram na mistura do pop e o hard rock. Com o lançamento de “The Game”, oitavo álbum de estúdio, o single, “Another Bites The Dust” bombou nas rádios da época,  graças ao Rei, Michael Jackson, amigo próximo de Freddie, que um tempo antes aconselhou os integrantes: “Vocês tem que lançar esta música, será um sucesso, sem dúvidas”. Dito e feito! Outros dois clássicos do rock que se destacaram foram “Crazy Little Thing Called Love” e “Play The Game”.

 

Flash Gordon – 1980

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No mesmo ano, os músicos decidiram investir também em outro segmento até então pouco explorado pelas bandas. E assim, o álbum “Flash Gordon” nasceu. Um projeto totalmente diferente de tudo que a banda havia feito até então. Uma curiosidade é que esta foi a primeira vez em que os integrantes entraram em um estúdio para produzir toda a trilha sonora de um filme para o cinema.

Hot Space – 1982

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Após o lançamento de dois álbuns muito bem sucedidos, as coisas passaram a desandar para a banda. Os desentendimentos por conta de questões criativas começaram a afetar o relacionamento entre os músicos, o que resultou em um dos álbuns mais criticados pelos fãs. Ao contrário de “The Game”, o disco trouxe músicas com uma pegada mais dance e pop. Sai as harmonias e entram os sintetizadores. Uma das únicas músicas que realmente fez sucesso com a galera foi “Under Pressure”, parceria do Queen com David Bowie.

The Works – 1984

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Após o fracasso de “Hot Space”, a banda entrou em estúdio novamente em 1983 para produzir o décimo primeiro álbum, que felizmente trouxe vários hits como “I Want To Break Free”, “Radio GaGa” e “Hammer To Fall”. O disco marcou o retorno triunfal do Queen e a pegada rock’n’roll do começo da carreira. As guitarras ganharam espaço novamente e tudo começou a fluir. Passado o mal estar dos anos anteriores, os músicos pareciam renovados e demonstraram maior entusiasmo para este trabalho.

 

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Roqueiros antes da fama

Antes de ter o status de celebridade e conquistar um espaço na música, ganhando milhões, muitos artistas suaram a camisa para ter o merecido sustento. Trabalhando em situações inusitadas, eles trilharam, pouco a pouco, o caminho ao sucesso. Dá uma conferida.

Rod Stewart

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O cantor, famoso pela voz rouca e estilo inconfundível, já trabalhou de coveiro. No mínimo, algo curioso. Apesar de ser uma profissão como qualquer outra, que merece o devido reconhecimento, muitos ainda têm um certo preconceito. Mas, pelo menos, Stewart, provou o contrário.

Ozzy Osbourne

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Conhecido pelas polêmicas, o lendário Ozzy Osbourne, passou por uma situação parecida antes do estrelato: o cantor foi ajudante em um necrotério. Imaginem, só… Tá explicado o visual all black, vampiresco e super macabro, além das atitudes pra lá de bizarras do músico, anos depois.

Elvis Presley

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Essa, talvez, tenha sido, uma das revelações mais surpreendentes. Acreditem se quiser, mas o eterno rei do Rock, Elvis Aaron Presley, antes de cantar e encantar à todos com sua bela voz e levar às garotas à loucura com o seu gingado, trabalhou como caminhoneiro. Será que durante as viagens, o cantor aproveitava a rotina solitária da estrada para soltar a voz? Fica a dúvida.

Chuck Berry

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Tá precisando mudar o visual? Deixa que Chuck Berry dá conta do recado. Não, não é nenhuma piada. Muito antes de fazer história no rock, o cantor chegou a fazer curso de cabeleireiro e cosmética, mas por motivos pessoais, deixou a profissão de lado para se dedicar à família.

Jimi Hendrix

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Assim como Elvis, o cantor, compositor e guitarrista,  também se alistou para o exército americano na juventude e vivenciou uma experiência pra lá de radical, atuou como paraquedista.  Se Jimi tinha medo de altura ou não, o fato é que o músico provou ser muito corajoso e leal ao seu país.

Mick Jagger

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Como diria o ditado, “de louco, todo mundo tem um pouco”. Será que isso se aplicaria à Mick Jagger? Para quem não sabe, antes da fama, o músico trabalhou como porteiro de um hospital psiquiátrico em Londres.

David Bowie

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Consegue imaginar o camaleão Bowie trabalhando como entregador de açougue? Pois é. Nem sempre é o emprego que sonhamos, mas com certeza, muito digno.

 

 

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Playlist: 200 músicas para recordar o bom e velho rock’n’roll

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Se é fã de música boa, vai gostar dessa dica! Hoje irei compartilhar com vocês uma incrível seleção dos hits que marcaram época e estão no coração da galera. Dá uma conferida:

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Dia do Vinil: As cinco capas mais famosas de todos os tempos

Com a chegada das novas tecnologias de mídia, como o CD no começo dos anos 90, o LP (Long Play) foi se tornando obsoleto e deixado de lado por um bom tempo pelos consumidores. Mas como tudo que é clássico traz boas lembranças, o “artefato” voltou a ser o queridinho entre amantes da boa música e colecionadores. Confira à seguir as cinco capas de discos de vinil mais famosas de todos os tempos.

 

  1. Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, The Beatles (1967)
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No centro da imagem estão John, Ringo, Paul e George, devidamente caracterizados como sargentos

Lançado no final dos anos 60, o oitavo álbum de estúdio dos Beatles se tornou um ícone da música por ser inovador no âmbito artístico. Idealizada por Paul McCartney, a obra traz inúmeras referências, entre elas, a ideia de que a banda adotaria outro nome e os integrantes se passariam por “sargentos”, estando rodeados de pessoas influentes, como Marilyn Monroe e Bob Dylan.  A fotografia é de Michael Cooper e o resultado final da capa ficou por conta de Peter Blake. Vale lembrar que em junho deste ano, o disco completa 50 anos.

 

2. Abbey Road, Beatles (1969)

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Na imagem, George, Paul, Ringo e Lennon são clicados para a capa do álbum.

 Impossível falar do quarteto britânico sem mencionar a capa de Abbey Road, talvez um dos trabalhos mais icônicos da banda e que foi reproduzido inúmeras vezes, por outros artistas e bandas de rock . Outro fato curioso é que a foto é uma homenagem ao estúdio e a rua, do bairro londrino, que levam o mesmo nome. A missão de produzir a imagem foi dada à Iain Macmillan, amigo dos músicos.

3. The Dark Side Of The Moon, Pink Floyd (1973)

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A arte da capa foi assinada por Storm Thorgerson, em 1973, e faz referência à um prisma, figura geométrica. A intenção era que as pessoas “refletissem” mais sobre o que ouviam

Anos mais tarde, em meados de 1973, a banda de rock progressivo Pink Floyd, lançou um de seus álbuns mais emblemáticos da carreira. A arte da capa é assinada por Storm Thorgerson e retrata a proposta que os integrantes queriam passar na época: as músicas escritas por eles não eram simplesmente “algo comercial”. A intenção era que as pessoas refletissem sobre o que ouviam. O responsável por sugerir esta ideia foi o tecladista Richard Wright.

 

4. Aladdin Sane, David Bowie (1973)

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Com os cabelos tingidos de vermelho e um raio que cobria o rosto, Bowie encarnou seu alter-ego, Aladdin Sane, para a sessão de fotos

Quando pensamos em Bowie, a primeira palavra que nos veem à mente é: “camaleão”. Certo? Ao longo da carreira, o cantor já teve inúmeros estilos. Mas, o mais marcante, sem dúvidas é o look que estampa a capa de seu sexto álbum de estúdio: cabelos tingidos de vermelho, estilo glam, com uma pitada de atitude punk-rock. E o raio que cobre o rosto de Bowie representa a dualidade dos sentimentos do artista. Ora polêmico e ousado, ora romântico. A fotografia foi feita por Brian Duffy.

 

5. Nevermind, Nirvana (1991)

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O bebê, imortalizado na capa de “Nevermind” é Spencer Elden, hoje com 25 anos.

A capa de, “Nervemind”,  segundo álbum de estúdio lançado pelo Nirvana, até hoje é considerada um clássico entre os fãs da banda. O bebê que nada pelado, submerso em uma piscina, atrás da nota de um dólar, é Spencer Elden, hoje com 25 anos. O rapaz é filho de um casal de amigos de Kirk Weddle, o fotógrafo responsável pela cena. No aniversário de 10 anos do disco, a revista Rolling Stone, recriou a imagem com o protagonista original, mas com uma nota de US$10.

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